18h26 31/12/2016
Retrospectiva 2016: as camisas de futebol e chuteiras que as marcas lançaram no mercado

O ano de 2016 foi bastante recheado de novidades das marcas de futebol, não há dúvida. Talvez depois de 2014 da Copa, tenha sido o ano com maior número de notícias, lançamentos e manobras de marketing das marcas ligadas ao futebol. Tentamos resumir, portanto, as maiores novidades e trazer uma retrospectiva das novidades e lançamentos no mercado das camisas de futebol, chuteiras e outro equipamentos de futebol.

Para as camisas de futebol, as marcas mais participantes da atualidade, Nike e Adidas, encontraram uma maneira bastante interessante de inovar no design da camisa titular, mas ao mesmo tempo preservar as cores e desenhos tradicionais. Como? Mexeram e brincaram de forma mínima com listras, detalhes e outros aspectos, mas num olhar mais distante conseguiram manter o design tradicional.

A Nike ousou nos terceiros uniformes para seus principais clubes com as listras gradientes, enquanto a Adidas fez uma revolução em seu padrão e trouxe as três listras do ombro para a lateral do manto.

A Puma mais uma vez fez belos trabalhos com seus principais times: Itália e Borussia Dortmund, que ganhou duas edições belíssimas do uniforme titular. A Umbro mais uma vez entregou detalhes personalizados e designs elegantes respeitando as cores do clube. Foi além: manteve todos os terceiros uniformes com as cores principais de seus clubes. Outras marcas também fizeram bonito em alguns uniformes, aparecendo desta forma mais para o mercado.

Já entrando no assunto patrocínios, vale um grande destaque para a brasileiro Topper, que nos últimos meses conseguiu anunciar vários clubes importantes como novos parceiros, como Atlético-MG, Goiás e Remo. A decepção ficou por conta da Dry World que chegou arrebatando a concorrência com Fluminense e Atlético-MG, parcerias com altos valores, mas não conseguiu entregar nem um pouco do que prometeu, seja dos valores, seja da produção de uniformes.

E fica essa a tarefa da Topper: entregar o que prometeu, para que não repita o apetite estéril da Penalty nos anos anteriores, que tentou abranger vários times e morreu na praia, principalmente em seu retorno para vestir o São Paulo.

No quesito das chuteiras, as marcas foram mais amenas na questão dos lançamentos, com exceção da Adidas, que encerrou de uma vez todos os seus modelos, incluindo a Predator com mais de 20 anos de história para trazer as novas linhas X, Ace e Messi.

A Nike manteve seus modelos e trouxe reformulações, mas talvez a principal novidade tenha sido a mudança definitiva de Neymar para a Mercurial Vapor (cano baixo), descartando assim o modelo que nasceu para atender as demandas do craque brasileiro: a Hypervenom.

A Puma também arriscou um pouco mais e trouxe a nova Evotouch, um modelo mais voltado para o conforto. A Umbro também chegou com a nova Accuro, que é feita para o atacante que gosta de jogar com uma chuteira confortável.

E, para você, leitor, faltou algum fato muito importante neste 2016? O que achou mais importante?

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